Vínculos dos Médicos em Mauá
- 29 de jun.
- 1 min de leitura
Em Mauá, os dados do CNES revelam uma rede médica marcada pela precarização e pela instabilidade dos vínculos.
São 671 médicos na rede analisada. Desses, 431 atuam como PJ ou autônomos: 64,2% do total.
Nas UPAs, o cenário é ainda mais grave: 430 dos 491 médicos — 87,6% — estão como PJ ou autônomos. A urgência e emergência não podem depender de vínculos frágeis como regra permanente.
Nas UBSs, o problema se expressa de outra forma: 140 dos 180 médicos — 77,8% — estão em vínculos não permanentes, entre temporários, bolsistas/subsidiados e PJ. Isso compromete a estabilidade das equipes, a longitudinalidade do cuidado e o vínculo da população com os profissionais.
Quem precisa de atendimento contínuo não pode depender de uma rede construída sobre relações de trabalho instáveis.
Defendemos uma saúde pública forte, com planejamento, transparência, valorização profissional e vínculos dignos para os médicos.
Fonte: CNES | Levantamento SINDMED – Sindicato dos Médicos do Grande ABC.




#Mauá #SaúdePública #SUS #Médicos #SINDMED FundaçãoDoABC UBS UPA UrgênciaEEmergência AtençãoPrimária ValorizaçãoMédica Pejotização TrabalhoMédico



Comentários